terça-feira, 31 de outubro de 2023

SINFONIA ETERNA

 SINFONIA ETERNA

No devaneio do tempo /que voa sem parar,
Um amor eterno vive /na memória, fulgurante,
Mas veio o esquecimento,/ numa bruma a dissipar,
Cobre lentamente a paixão,/ deixando-a distante.
Nas dobras do passado,/ o amor ecoa como um hino,
Um eco suave de promessas / feitas à luz da lua,
Mas o tempo, esse vil ladrão/ traçou o seu destino,
Levando o que era eterno,/ maldita dança nua.
No entanto, no coração,/ o amor vive sem idade ,
Mesmo perdido no céu/ vasto do esquecimento,
É no devaneio da alma,/ onde se revela, a saudade
que renasce louco , sem fim / por cada momento

Mas no fundo do meu ser, / ainda brilha a esperança
mas ao lembrar cada instante, / a dor se faz saudade,
só o amor não se apaga, / é chama doce lembrança
No coração guardarei / meu amor todo verdade

Mas ainda sinto o calor, / das promessas de um dia,
juras de um eterno amor / feitas à luz da lua
hoje perdido na vida / porque a esperança é fria,
/tenho a realidade nua




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