No limiar do ano novo, desejos são revelados
Sonhos de vida, em cada segundo, são abraçados.
o relógio avança sem piedade desafiando o tempo
na fugaz existência, inventamos sempre novo intento
Renasce, ó coração, mas respeita sempre a minha dor
em cada cicatriz, há um capítulo para esse amor
Não lhe apresses a cura, dá-lhe tempo para sarar
No compasso do relógio, deixa o desamor caminhar
As lágrimas que caíram, como chuva no deserto
Não as desconsideres, são vestígios desse incerto
Deixa que a tristeza escoe e flua como um rio
Mas respeita a minha dor por ser um desvario
decassilabos
No limiar do ano, desejos revelados
Sonhos de vida, em segundos, são abraçados
O relógio avança, desafiando o tempo
Na fugaz existência, inventamos intento
Renasce, ó coração, respeita a minha dor
Pois em cada cicatriz, há um capítulo de amor
Não lhe apresses a cura, dá tempo a sarar
No compasso do relógio, deixa o desamor andar
lágrimas caíram, foram chuva no deserto
Não as desconsideres, são vestígios do incerto
"Deixa que a tristeza flua e se escoe como rio
Mas respeita minha dor e o doido desvario
No limiar do novo ano, desejos vão nascendo,
Sonhos de vida e esperança, seus braços estendendo.
mas o relógio avança firme, sem dó nem piedade,
Na fugaz existência nossa,só criamos vontade.
Renasce, ó coração ferido, mas respeita a dor,
Cada cicatriz é escrita na história do amor.
Não lhe apresses a promessa, deixa o tempo andar,
No compasso deste instante, o desamor vagar.
As lágrimas que já caíram no árido deserto,
Não devem ser esquecidas, são sinais do incerto.
Deixa a mágoa ser levada como um rio ao fim,
Mas respeita essa tristeza que ainda vive em mim.
No limiar do novo ano, desejos vão nascendo,
Sonhos de vida e esperança, seus braços estendendo.
O relógio avança firme, sem dó nem piedade,
Na fugaz existência nossa, criamos vontade.
Renasce, ó coração ferido, mas respeita a dor,
Cada cicatriz é escrita na história do amor.
Não lhe apresses a promessa, deixa o tempo andar,
No compasso deste instante, o desamor vagar.
As lágrimas que já caíram no árido deserto,
Não devem ser esquecidas, são sinais do incerto.
Deixa a mágoa ser levada como um rio ao fim,
Mas respeita essa tristeza que ainda vive em mim.
No correr do tempo breve, renasce a emoção,
Mas que o passo seja lento, respeita o coração.
Cada lágrima vertida rega um chão de amor,
Mesmo que o fruto demore, floresce sem temor.
O relógio avança firme, mas não rouba o sonho,
Há na dor um lume vivo, de tudo o mais risonho.
Que o silêncio dê ao peito um espaço pra curar,
Pois na pausa do instante nasce o dom de recomeçar.
Na ampulheta desta vida, a areia quer gritar,
Que o que dói no peito agora, um dia vai passar.
Renascer é como a aurora que invade o nevoeiro,
E transforma o chão mais árido num campo verdadeiro.
Se no virmos um dia quero ouvir - te rir
e vamos ver o mar
neste caso nem sei se alguma vez estaremos mesmo juntos
É como a ra que nunca conheceu o mar
relógio avança sem parar
inclemente sem se importar
nao querendo saber se anseio,
plo teu riso querer beijar
quando formos ver o mar ,
em meu louco devaneio
Tempo fugia sem parar
Cruel, sem se importar
Sem saber do meu anseio
Teu sorriso a me beijar
Para irmos ver o mar
um tão doce devaneio
Se o relógio já parou,
Pois do tempo que restou
Nosso amor já faz sentido.
Se o futuro já é presente
e o passado é já ausente
Quero estar sempre contigo.
Nas ondas que vão e vêm,
Cada passo teu contém
Um caminho pra encontrar,
Pois o tempo já não tem
plo nosso amor o desdem
E o poder de nos calar.
.Tempo fugia sem parar
Cruel, sem se importar
Sem saber do meu anseio
Teu sorriso a me beijar
Para irmos ver o mar
Um tão doce devaneio
Se o relógio já parou
Pois do tempo que restou
Nosso amor já faz sentido.
Se o futuro é presente
E o passado, só ausente
Quero estar sempre contigo.
Nas ondas que vão e vêm
Cada passo teu contém
Um caminho pra encontrar,
Pois o tempo já não tem
Plo nosso amor o desdém
E o poder de nos calar.
O presente é luz que arde,
Que o agora nunca tarde,
Tempo está a nos chamar.
Cada olhar traz liberdade,
,porque na verdade amor
Temos mundos pra sonhar.
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