De taça erguida, um brinde ao passado, Entre goles, um segredo sussurrado. Amor, um doce veneno a embriagar, Em cada gole, a saudade a despertar.
Num sorriso, mascarando a tormenta, canto um poema que a alma inventa. Em cada gota, uma nostalgia a crescer, No vinho, a história que não quero esquecer.
Entre as videiras dessa ilusão, O coração dança ainda em solidão. Sorriso triste num, vinho de despedida, Amor que se vai, como a maré perdida.
No crepúsculo da paixão que finda, O vinho e o amor,em história ainda. Sorriso nos lábios, lágrima no olhar, Na dança do tempo,uma saudade a bailar.
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