terça-feira, 16 de janeiro de 2024

Poema antigo



Versos desbotados, como folhas caídas no outono, Contam a saga de um amor que resistiu ao sono, Ergo as palavras como muralhas de um castelo antigo, Guardião das memórias, onde teu nome é o abrigo.

Em cada linha, revivo a paixão que foi e ainda vive Um poema antigo, eternizado, no grito que se revive Sob a luz da lua, dançamos ainda, no palco da memória, Tu foste o mote, o verso, a eterna chama desta história.

Que o tempo não desvaneça as tintas do passado, Que este poema antigo, seja para sempre recitado. Em cada verso, o eco do amor que ainda dói Serás tu, meu poema antigo, que ainda me rói

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