Versos desbotados, como folhas caídas no outono,
Contam a saga de um amor que resistiu ao sono,
Ergo as palavras como muralhas de um castelo antigo,
Guardião das memórias, onde teu nome é o abrigo.
Em cada linha, revivo a paixão que foi e ainda vive
Um poema antigo, eternizado, no grito que se revive
Sob a luz da lua, dançamos ainda, no palco da memória,
Tu foste o mote, o verso, a eterna chama desta história.
Que o tempo não desvaneça as tintas do passado,
Que este poema antigo, seja para sempre recitado.
Em cada verso, o eco do amor que ainda dói
Serás tu, meu poema antigo, que ainda me rói
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