Que o amor seja livre, como as aves no céu,
Sem sufoco, sem correntes,simples sem veu
Que o ciúme, em sua dança, perca o compasso,
E o amor, triunfante, seja o nosso eterno abraço.
No jardim do afeto, flores de insegurança,
Crescem tumultuadas, semeando desconfiança.
O ciúme, um vento tempestuoso que sopra,
Sufoca o amor, como uma sombra que devora.
Amor, a vítima silenciosa do ciúme voraz,
No sufoco da posse, perde-se a paz.
O ar rarefeito, a respiração entrecortada,
Num abraço que oprime, numa alma desolada.
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