No coração, o amor canta em doce encanto, Mas desengano tece sombras na trama, Ciúme, qual fera, ruge e faz-se quebranto, Na dança complexa da alma que se inflama.
Amor, como a flor que desabrocha em riso, .
Entre suspiros de paixão e olhares vazios,
O desengano semeia dúvidas e dor,
Ciúme, qual veneno em gestos frios,
No entrelaçar destes sentimentos, um dilema, O amor tenta resistir, frágil e persistente, Mas desengano e ciúme, como um poema, Escrevem a tragédia da alma, implacavelmente.
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